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Roedores: Combinando armadilhas

Para decidir que produto usar, como em qualquer procedimento quando se trata de pragas urbanas, é necessária uma avaliação técnica inicial. Assim, é possível identificar se há vestígios do roedor naquele ambiente. Uma vez que observados os prováveis trajetos ou lugares por onde o roedor possa estar circulando, são colocados os porta-iscas de formas estratégicas. Normalmente, em locais que possuem animais de estimação, utiliza-se o produto em bloco, que é fixado dentro do porta-isca. Este é aberto, para monitoramentos ou trocas, com uma espécie de chave por um profissional treinado para manusear este tipo de produto. Além desta medida de segurança,  os raticidas de uso profissional também possuem “amargantes” em sua composição, tornando o produto impalatável para outros mamíferos. Quando colocamos produto raticida em bloco dentro de um porta isca, o roedor pode levar cerca de 03 dias para consumi-lo. Uma vez ingerido, inicia-se um processo hemorrágico interno, podendo levar de 05 a 07 dias para óbito do animal. Outra opção que se pode combinar com os blocos nos PPIs (porta-iscas) são “ratoeiras” em formato de túneis com as Collys, as armadilhas colantes. A maioria dos produtos possui um odor que atrai os roedores, fazendo com que fiquem colados ao passar por dentro da armadilha, perdendo, então, sua livre mobilidade pelo local. Como fazer essa conciliação?Bom, dessa estratégia também fica encarregado o profissional que fizer a avaliação e colocar as armadilhas. Isto já que a segunda deve ficar onde se encontram vestígios anteriores e onde se supõe que o roedor irá passar após consumir o produto em bloco da primeira armadilha. E como saberemos que o roedor consumiu o bloco?Essa é a importância dos monitoramentos!Se o roedor não aparecer preso à Colly, mais ainda é necessário verificar se houve consumo na primeira. Caso contrário, procura-se por demais vestígios traçando um novo “mapa” de armadilhas.” Por último, mas não menos importante, temos os raticidas em pó, que geralmente são utilizados diretamente no habitat ou trilhas do roedor. Todas: caixas de esgoto, canaletas, canos e etc. Aplica-se uma camada sobre sua passagem de forma que seu corpo se contamine com o produto. Os roedores possuem o hábito de se lamber, com objetivo de se limpar, desta forma, ingerem o raticida que, em pó, possui um tempo de ação um pouco menor, cerca de 3 dias seu efeito já ocorre. Tem qualquer suspeita de que um roedor esteja circulando pelo seu ambiente?Chama a POSITIVA! Nossos colaboradores estão à disposição para lhe ajudar com esse mapa e estratégia para eliminá-los do seu ambiente. 

Pombos: nem tão inofensivos

pombos - nem tão inofensivos

Sabemos que é bastante comum andar por localidades urbanas do Brasil e nos depararmos com algumas destas aves bicando os chãos das praças, ruas e calçadas na busca por alimento. Mas, apesar destas aves já terem feito das cidades e o convívio com o meio urbano o seu habitat natural, elas são consideradas pragas – e um verdadeiro problema sanitário.  Isso porque, por terem tido essa adaptabilidade ao nosso meio sem empecilhos ou predadores naturais, elas se reproduzem com facilidade. Qual o problema dessa reprodução desenfreada? Quanto mais pombos, mais fezes espalhadas.  As fezes dos pombos podem ter o fungo Cryptococcus e, quando essas fezes secam, se tornam passíveis de ocasionar zoonoses. O “pó” gerado pelas fezes secas pode ser acidentalmente  inalado por humanos, ou mesmo ingerido ao se espalharem nos ambientes. Os pombos fazem parte de uma “grande família” chamada Columbidae, com mais de 300 espécies por todo o mundo. Aqui no Brasil lidamos especificamente com o Columba livia domestica, nome científico desta ave que vemos facilmente nas ruas (pombo comum).  Essa espécie de aves foi trazida pelos europeus, mais precisamente pelos portugueses nos tempos de colonização, segundo os registros – apesar de serem descendentes do Columba livia atlantis, originário da região Mediterrânea (Europa, Oriente Médio e norte da África).  À princípio foram trazidos para enfeitar as ruas, deixá-las com ar mais europeu, e com finalidade doméstica (em gaiolas) para alimentação da população. Mas logo começaram a escapar e, como falado anteriormente, pela ausência de predadores naturais foram se adaptando com o meio urbano, mesmo com a nossa presença. Como qualquer praga, tem maior incidência de reprodução no verão, mas isso não impede que novas aves nasçam nas demais épocas. Seus filhotes levam cerca de 40 dias para o aparecimento das primeiras penas, o dobro das demais aves.  A infecção pelas fezes não é uma exclusividade dos pombos. No entanto, por sua população numerosa, torna-se mais representativa. O fungo que pode  estar em suas fezes, citado acima, o Cryptococcus, é causador de doenças como pneumonia, meningite e criptococose, podendo causar até a morte.  Essas aves poderiam ser consumidas,  sem problemas, se fossem criadas para isso.A questão é que nas ruas, onde vive a maioria, eles não se alimentam e bebem somente grãos e insetos comumente encontrados na natureza. Na zona urbana, o alimento mais disponível fica em locais insalubres, como latas de lixo, onde encontram restos de comida e até outros animais. A ave e seus ninhos podem conter ácaros, que causam moléstias menos graves como alergias e micoses. São todas doenças que possuem tratamento, mas que podem ser prevenidas com medidas simples. Alguns exemplos seriam: instalar telas em áreas com possibilidade de aglomeração de aves (sótão, vãos de ar-condicionado, etc) e manter a limpeza das áreas com fezes, que devem ser umedecidas e removidas por uma pessoa utilizando máscaras ou pano úmido na boca e nariz. 

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Contrato ou Avulso

A resposta para essa pergunta é: Depende da sua necessidade. Normalmente quem opta pelo serviço avulso é por necessidade de um atendimento pontual.Por exemplo, uma residência que está com um entupimento atrapalhando a rotina dos moradores. Poderia ser também o caso de uma colmeia com muitas abelhas/ninhos de marimbondos, botando em riscos pessoas e animais domésticos que vivem naquela casa. Ou até mesmo uma suspeita de roedores escondidos em algum cômodo, carrapatos trazidos pelo pet depois de um passeio na rua… São situações onde não há necessidade de manutenção contínua e regular. Ou, claro, que não possuem exigências técnicas (como as estabelecidas por vigilância sanitária). Então, quem, normalmente, decide por um contrato e quais os benefícios?Na contramão do que citamos acima, existem ambientes que precisam cumprir normas exigidas por leis.São ambientes como os hospitalares; restaurantes ou fábricas que manipulam alimentos; condomínios, com maior uso simultâneo dos sistemas de fossa, caixas de gordura, tubulações cloacais e etc. O maior benefício é a manutenção contínua que o contrato abrange, gerando maior PREVENÇÃO.Ao avaliarmos este ambiente, é feito um diagnóstico profissional de suas necessidades.De acordo com a sua estrutura física e do seu entorno (se tem muita vegetação, se é uma área muito isolada, ou mesmo com indústrias – existem diversas variáveis!). Baseado neste ambiente e variáveis, nossa equipe operacional calcula uma média de monitoramentos e possíveis demandas de aplicações de produto.Desta forma, visamos garantir uma atmosfera saudável para o seu dia a dia, afastando a possibilidade do surgimento de indesejadas pragas ou mesmo as obstruções, maus cheiros… Entre tantas outras circunstâncias que podem nos atrapalhar, causam danos e prejuízos gerando gastos não previstos! Com quais nichos temos contratos ativos? Locais de alimentação e manipulação de alimentos (fábricas), área da saúde, comércio, bancos, empresas prestadoras de serviços, entidades de educação, clubes, indústrias, hotéis, shoppings, entre vários outros. Achou interessante para a sua área de atuação?Entre em contato com a nossa área comercial e agende sua avaliação gratuita!

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